terça-feira, 23 de dezembro de 2008

A Sinceridade Anormal!


Há quem diga que os homens não prestam nem um pouco. Já outros dizem que as mulheres sãoq uem não prestam mesmo. Já eu, digo que nenhum dos dois prestam SE QUIZEREM.

Um homem que trai a sua mulher, presta? Depende de seus argumentos!
E se ele a traiu porque ela o traía com o seu melhor amigo e ele só descobriu isso anos depois? Aí nenhum dos dois prestam, mas ela é a pior!
Mulher quando dá pra não prestar é pior do que cobra cascavel com a presa nos dentes. É igual homosexual quando quer fazer alguma coisa, faz melhor do que qualquer mulher, e de salto alto.

Bom, hoje aconteceu uma coisa engraçada no meu trabalho. Um amigo deu a seguinte resposta, quando lhe perguntaram sobre o namoro com uma tal moça:

- "Ela terminou comigo. Não aguentou e disse que sou muito ciumento. Eu sou muito ciumento mesmo! E possessivo! Aí ela não aguentou e não quiz mais nada comigo."

Ao que minha amiga disse:

- "Eu não acredito que ele ta falando isso! Adminiu que é super ciumento e ainda que a namorada deu um pé na bunda dele! Como ele é sincero!"

Ele: "Sou sim, po. Não tenho motivos para mentir. Mas também se faço besteira eu digo. Eu a trai, e ainda contei pra ela!"

Nós: ¬¬°



Agora me digam: Ele Presta?

domingo, 21 de dezembro de 2008

Fim de Semana entre parênteses

-Invasão! Vim passar o fim-de-semana com você!

Pego de surpresa com a informação intimativa, Vinícius se manteve perplexo à porta por algum tempo. Sem reação, olhava para Mariana. Tentava realizar o que aquela surpresa significava. E realizou: significava um Siroco no seu fim-de-semana, geralmente previsível.


-Oi ! Mas... assim de repente? Sem planos? Podia ter telefonado.



-Claro! Com planejamento não tem graça. Achei que precisava de mim. Vai me deixar aqui na porta, é?


-Ah... desculpe, Mariana. Entra aí.Não repara a bagunça.


Mariana foi entrando, muito à vontade, sala e vida dele adentro. Ia largando a bagagem pelo chão.


-Mas isso tudo para um fim-de-semana? O que tem nessas sacolas? Roupas? Mantimentos? Um arsenal de guerra?


-Ah! Un petit bagage!


Mariana tirava os objetos das sacolas, um a um, explicando-os de modo didático:





-Trouxe só o fundamental, veja:



o Três kits de bolhas de sabão, para enfeitar o ar, melar a casa e evocar a leveza!

o Dois dos nossos ídolos - Pinky e o Cérebro -, pois vamos dominar o mundo neste

fim-de-semana!

o Isto, como você pode ver, é um carro conversível vermelho. Porsche, viu?! A réplica é perfeita. Lembro de você ter falado, em sua última crise, que só passaria a respeitar as mulheres que tivessem um carro conversível vermelho. Como não especificou o tipo de carro, então a miniatura está valendo. Logo, me respeite!

o Chocolates! Chocolates! Chocolates e mais chocolates!

o Ah! Isto é bom! CD do Lulu Santos! Aqui tem as melhores dele. Mas se espalhar por aí que eu ouço Lulu, corto relações! Todo mundo tem uma fraqueza musical, e esta é a minha. Coloca aí pra gente ouvir! No modo aleatório, por favor! Gosto sempre do imprevisível !


Ela me encontrou, eu estava por aí, num estado emocional tão ruuuuuuuim, me sentindo muito só!...” – faixa 05


Notando uma sacola menorzinha intacta, Vinícius observou:

- Tem mais aquela ali, a menor.

- Ah, essa é a menos importante. Algumas roupinhas básicas e uma sandália de salto bem alto, para te ajudar a lavar louça, se for o caso. Só lavo louça de salto alto. E não me perguntepor quê.

- Algum livro?

- Não achei nas livrarias nenhum Manual de Sobrevivência para Fins-de-Semana com Depressivos. Então trouxe As Mil e Uma Noites mesmo, versão do Cony, que não vou ler, mas deve servir. Sempre se leva um livro na bagagem, né? De preferência com títulos sugestivos. Lê-lo é o de menos.

- Se você quiser uma literatura de peso, posso lhe mostrar o diário que fazia aos 18 anos, quando eu achava que ia dominar o mundo. Mal tinha barba. Por falar nisto, acha que devo fazer a barba?

- Não. Gosto dela assim por fazer. Um jeito meio bicho de ser. É sexy. Acho que vou gostar de ver seu diário imberbe. Aumenta o Lulu Santos aí, vai !

“E não tem vacilo nem enganooooo que estrague nosso planoooooo... “ – faixa 03

Estavam sentados no chão. Ela já se sentia em casa. Ele ainda não, ainda que a casa fosse dele.

- Tenho uma mini-cama elástica. Veja!

- Pra que serve?

-Pra pular, ora ! Assim, ó ! – Vínicius deu uns saltinhos demonstrativos. Ela adorou aquela parafernália. Divertiam-se com pouco.

“ Faltava abandonar a velha escoooooola, tomar o mundo feito Coca-colaaaaaaa..” – faixa 10


Mariana suspirou e fitou Vinícius com alguma extemporânea seriedade. Dessas seriedades que sempre se metem a tirar súbitas e inúteis conclusões:

- Desculpe-me por invadir a sua vida assim, sem pedir licença, perturbando seu tédio e entrando em seu planeta com música, brinquedos e dança. Já sei, já sei, não tinha esse direito. Mas agora estou aqui, você vai ter que me engolir! E sem precisar comer! – sorriu, tentando manter o humor.

- Quisera que todos os invasores do meu planeta fossem um ET assim... – o tom de Vinícius era melancólico, tom de quem nada espera, tom de desencanto, de quem calou a capacidade de se surpreender.


Tudo o que se vê não é igual ao que a gente viu há um segundo, tudo muda o tempo todo no muuuuuuuuuuundo. Não adianta fugir nem mentir pra si mesmo, agora, há tanta vida lá fora, aqui dentro, sempreeeeeeeee, como uma onda no mar... “ -faixa 12


As horas passavam. Distraídos, não percebiam as mãos implacáveis do tempo. Só a distração permite tal façanha. Já era a terceira vez que o CD reiniciava.

-O que vamos fazer agora? Alguma idéia?

-Vamos ao supermercado?

-Vamos ! Está precisando reabastecer a despensa?

-Não! Mas vamos ao supermercado assim mesmo.

Fizeram a festa no supermercado. Obviamente, não era o lugar mais apropriado para se fazer uma festa, por isso mesmo a festa foi boa. Tinham essa afinidade, de não atribuir uma relação necessária de causa e efeito aos produtos bem (mal) acabados da civilização.

Na cozinha:

- Você precisa comer alguma coisa, Mariana - ele tinha esse ar fomentador, parecia do signo de Câncer.

- Não, acho que não preciso. Nunca sinto fome.

- Ótimo! Então vamos fazer bolinhos de chuva! Não precisamos da fome.

- Eu adoro! Você sabe fazer mesmo? Sempre desconfio de homens na cozinha.

- Você vai ver. Enquanto isso, coloca de novo o Lulu. Já virou trilha incidental.

“Eu não pedi pra nascer, eu não nasci pra perdeeeeer, nem vou sobrar de vítima das circunstâncias. Eu to plugado na vida, eu to curando a ferida, às vezes eu me sinto uma mola encolhiiiiiiiiiiiida... / E a gente vive juntoooo e a gente se dá beeeeem, não desejamos mal a quase ninguéeeeeem/ E gente vai à lutaaaaa e conhece a dor, consideramos justa toda forma de amooooor... Hey!” – faixa 01

- Estão ficando lindos! Depois lavo a louça, então! -colocou o salto alto para a nobre tarefa.

- Prova só!

Mariana saboreava os bolinhos de chuva, deliciada. Tinha todos os sentidos aguçados. Quase sentia fome.

- Hmmmmm... Foram os melhores que eu já comi! Nem a Nazaré fazia melhor. Nunca mais vou esquecer desses bolinhos de chuva ao pôr-do-sol.

- Quem é Nazaré?

- Nazaré é... deixa pra lá! Sinto uma imensa preguiça descritiva agora para explicar quem é Nazaré.

- Podemos sair pra dançar, vamos?

- Mas você não quer ficar em depressão? Eu não me importo, quero que fique à vontade. Sinta-se em casa. Não me trate como visita, sou invasora!

- Quero dançar!

- Tá bem! Então vamos! Saímos depois das onze então, né?

Vamos dançar, luzir a madrugadaaaaaaa, inspiração pra tudo o que eu viveeeeer...” – faixa 13

Danceteria lotada. Sentar, nem pensar. A banda que se apresentava tocava um repertório diversificado, que ia do rock à MPB. A princípio, dançavam timidamente, cada um pro seu lado. Dançavam. Dançavam. Dançavam conforme o ritmo e fora dele também. Não se importavam com nada, nem com dores, nem com glórias. Dançavam tão somente. E a banda tocou Lulu - até a banda tocou Lulu: “Um Certo Alguém”. Entreolharam-se. Continuaram dançando, agora de mãos dadas. Uma espécie de rito tácito de cumplicidade, coreografia de almas que bailam vaporosas no ar. Uma dança tribal, daquelas de trazer sol ou chuva.

“Quando um certo alguéeeeeeeem cruzou o seu caminho e mudou a direção, ôooo ôoooo ôooooo... Me dê a mão, vem ser a minha estrelaaaaa, complicação tão fácil de entender, vamos dançar luzir a madrugadaaaaaaaa .“

A música acabou, e com ela o ritual. Voltaram para casa. O asfalto das ruas era cheio de asfalto. E assim, já se tinha ido metade de um fim-de-semana, totalmente fora do roteiro. Dormiram. Não, não dormiram juntos. Não é assim essa história. Eram amigos. Amigos, cuja ligação não necessitava de definições ou de aproveitar momentos oportunos para dar vazão à libido.

“Não leve o personagem pra cama, pode acabar sendo fatal...” – faixa interna

Vinham de planetas diferentes. Diferentes e especiais. Eram Mariana e Vinícius, e não Mariana com Vinicius (ou vice-versa).Não nomeavam sentimentos nem sensações. Dois sensíveis marginais, meio puros, meio sujos. Dois perdidos num fim-de-semana limpo. Cada um com suas histórias, buracos, diferenças e indiferenças.

E ela me faz tão bem, ela me faz tão bem, que eu também quero fazer isso por eeeeeela...” – faixa 05

-Não se esqueça de desligar o som!

-Pode deixar!

“A vida é mesmo assim, dia e noite, não e sim... “ – faixa 08

O dia seguinte foi estranho. Um anacrônico calor de 40 graus e eles sequer percebiam. E desta vez não era porque estavam distraídos. Não percebiam porque estavam alheios; e estar alheio não é estar distraído. Esqueceram-se um pouco das brincadeiras, do Pinky e o Cérebro, da cama de pular, dos chocolates. Mariana nem usou as bolhas de sabão, rotineiras companheiras.

-Daqui a pouco vou embora. Acho que já abusei do direito de invadir, não quero colonizar.

"Prá você veeeeeeeeeeer, eu to voltando pra casa... Pode ser que o barco vire, também pode ser que não" - faixa 14

Ele falava pouco. Dizia muito. Mariana continuou, triste, como são os finais de festa:

-Vou deixar você aí com suas idéias fixas e voltar para as minhas. Este fim-de-semana foi só um intervalo, um parêntesis, umas férias para os dramas. Foi legal. Valeu! Desfixamos as idéias em uma minúscula partícula do tempo, e foi só isso. Não faltará Super Bonder para fixá-las novamente. Você tem urgência de voltar a sofrer, de afundar-se nos pântanos. E eu não tenho o direito de tentar lhe salvar de si mesmo. Melhor lhe salvar de mim. Acabou o parêntesis, e não haverá ninguém pra nos dizer: bem-vindos ao circo real!

Aqui sou eu sozinho, do outro lado não sei, não sei. SOS Solidãooooooo...” – faixa 02

Abraçaram-se, assim como se quisessem ficar presos ali, na ilusão de que a vida podia ser uma sensação de simples azul. Como se a escala de cinzas não os esperasse do outro lado da linha. Era um abraço aconchegante, de coração com coração, cuja força trazia junto uma indesejável certeza. A certeza de que a cena não se repetiria. Abraços falam, exclamam, riem e choram melhor do que qualquer manifestação sonora. Vinicius perguntou, já sabendo a resposta:

- Será que você volta para outro fim-de-semana?

- Acho que não. Vou precisar lhe detestar depois.

- Entendo. Talvez eu também precise.

Ele sempre entendia. Tinham a vantagem de não precisarem se explicar demais.

- Fique bem! Ou melhor, fique do jeito que quiser! Só não maltrate meus brinquedos. Se um dia nos tornarmos inimigos íntimos, eles vão servir para suavizar nossa fotografia existencial.

"Ainda leva uma cara pra gente poder dar risada, assim caminha a humanidade, com passos de formiga e sem vontade" - faixa 11

- Não vai levar de volta o CD do Lulu?

- Não. Este é seu. Tenho um igual em casa. Pode me chamar um táxi?

Vinicius chamou o táxi por telefone. Levou-a até o carro. Não se olhavam muito. Despedidas davam vontade de chorar e não foram previstas cenas com lágrimas.

- Tchau então!

- Tchau! Obrigada e desculpa! - agradecer e se desculpar era contra a sua religião. Ela dizia isso para zombar de si mesma!

Da janela do táxi gritou:

- Não se esqueça de ouvir Lulu de vez em quando! Mesmo que seja pra se torturar!

Mariana chegou em casa perturbada. Indiferente aos pensamentos confusos, não procurou porquês. É sábio não vasculhar os porquês de situações perdidas. Uma hora depois, tomada de súbita inquietação, pegou o telefone. Não sabia bem o que ia dizer, mas sabia que era fundamental o que iria dizer. Oito chamadas, ninguém atendeu. Vinícius devia estar chorando em algum canto - era emotivo, de choro fácil -, ou então dormindo. Esta cena foi cortada do script. Mariana colocou o telefone no gancho e suspirou melancólica: - Melhor assim!...

“...nós somos medo e desejo, somos feitos de silêncio e sons, tem certas coisas que eu não sei dizer...” - faixa imaginária

Não mais se encontraram. Pior. Arrumaram uma fórmula infálivel de destruir toda e qualquer possibilidade de reencontro. A doce e profunda ligação interplanetária acabava ali.

“...Deixo assim ficar subentendido, como uma idéia que existe na cabeça e não tem a menor obrigação de acontecer... O que eu ganho, o que eu perco ninguém precisa saber...” - faixa imaginária

No futuro, já estranhos, distantes e pouco admiráveis aos olhos um do outro, ela diria, como quem lança ao ar uma profecia fatal, da qual também seria vítima:

-E quando ouvir Lulu Santos, vai lembrar de mim...


sábado, 20 de dezembro de 2008

A Comédia da noite



Quando o MSN não quer funcionar, a gente tem que ter uma segunda opção, SEMPRE.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Viver e não ter a vergonha de ser feliz

Quando ela passa nem sempre é notada, mas sempre tem um ou dois que dizem que a viu passar.
Ela não liga. Anda com ar de liberdade. Sem medo.
Seu rosto mostra seriedade e seu olhar determinação, mas será que alguém sabe o que se passar em seu coração?
Ela parece séria, mas está feliz. Não uma felicidade com razão, mas ela não vê motivos para chorar. Ela descobriu que isso não funciona, a não ser que você tenha 2 anos de idade e seus pais o mimem.
Mas conforme o tempo passa, ela começa a sentir uma falta. Ela não sabe exatamente do quê, tudo o que ela sempre gostou está com ela. E então é neste momento que ela parecebe que é de algo que ela nunca teve, mas já ouviu muito falar. Um alguém.
Um alguém que queira puxar assunto com ela quando ela não quizer falar, alguém para falar que ela está errada, um alguém para quem poder voltar, alguém que a abrace e faça ela querer ficar assim pelo resto da vida.
Ela não entende porque ainda não conheceu esse alguém. O mundo é grande... ela acha que nunca o conhecerá. Ou será que esse alguém tão esperado por todos já passou e ela não percebeu?
"É só não esperar", foi o que lhe disseram. É como se fosse um telefonema, se você o ficar esperando, o telefone não toca.
A distração faz a vida, ela sabe.

Então assim ela continua andando pelas ruas com aquele ar de liberdade que ninguém entende o por quê, mas ela vai, vai...



Beijo, beijo, beijo
TCHAU!

sábado, 13 de dezembro de 2008

Queria, mas...

Sei lá, deu vontade de escrever.



Certos gestos e cenas nos fazem perceber o quanto pessoas são importantes para nós.

Um sorriso, um abraço, um simples 'Oi!', um toque, um choro...

"Me disseram que você estava chorando. E foi então que eu percebi como lhe quero tanto... "



Tenho alguns amigos que gostaria de ter o contato que tenho com outros.
Tem algumas pessoas que gosto de coraação mesmo, de graça. Pessoas que fuui conhecendo ao longo do tempo e que foram me mostrando que valia a pena aquela amizade. Amigos que eu espero a hora de vê-los, nem que seja para dizer só um "E ae caraa!" e depois continuar andando simplesmente porque não dá pra parar, o que costuma ser o fato do trabalho. Lá fiz muitas amizades assim, como a Evelyn. Nossa! A Evelyn, menina que eu conhecia já de muitos anos, mas não ia muito com a cara dela, nunca tivemos intimidade, mas depois que entrei no mesmo trampo que ela, CARACA! Que puta saudades eu tô sentindo dessa garota! Ía embora muitas vezes com ela. Tivara meus horários juntos com ela, mas agora NOTHING! Que saudades do meu churrasco... quando a vejo também, abraços, beijos, brincadeiras e zuações sempre.
Agora vamos ver, outra pessoa que eu possa fazer a comparação do assunto. O Thiago do NP, como costumo sinalizá-lo, hahaha'. Ele é uma pessoa que eu já conhecia de um tempinho na loja, com uma amizade de nível:

- "Oi"
- "E ae!"

Mas depois de um tempo, conversando na internet, fui vendo que ele era mais, desculpem o termo, FODA do que eu pensava. Muito show de bola ele cara, brother sem noção. Conversamos de tudo, praticamente, cada dia uma história nova, ou re-zuando as velhas, o que é mais comum. Mas tá aí uma amizade que eu num tenho a 'intimidade' que eu tenho com a Evelyn. Explicando:
Quando vejo a Evelyn, olha só o ritual:

(Abre um sorriso e grita)

- "Falaa Churrascooo‼" =D

(Ao que ela vira e faz, praticamente o mesmo. Algumas vezes, quase sempre, vamos ao encontro uma da outra e rola o abraçoooo e o beijinho, geralmente vindo da minha parte na cabeça dela, pela altura.
Sentamos juntas, quando dáa, e conversamos sobre um monte de coisas)

Já com o Thiago é praticamente tudo igual, sendo que o contato físico do abraço e do beijo é inexistente. Não sei o porquê, se a maioria dos meus amigos com o nível de amizade que tenho com ele, e até menor, é asim, mas sei lá, deve ter sido a convivência que deixou acontecer. O caso sentar juntos é raro também, mas de vez em nunca essas coisas acontecem, já o papo, coisa de MTV: Foda, mas quem chega e pega o 'programa' pela metade, só se acha depois de um booom tempo.

Esse negócio de jeito com amizade é foda. Cada amizade tem seu semblante. Algumas a gente gostaria que fosse de outra forma, mas uma das coisas mais complicadas é dar o primeiro passo para que aquela situação mude. É a famosa situação, "Eu sei que vai dar certo, mas não consigo fazer".



Sei lá, deu vontade de parar.


Beijo, beijo, beijo
TCHAU!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Como se fosse fácil...

Trabalhe como se você não precisasse do dinheiro,
Ame como se você nunca tivesse sido magoado, e dance como
se ninguém estivesse te observando.



Acho que nunca li algo tão perfeito!

Mas pensando...
Se eu trabalhasse como se eu não precisasse de dinheiro eu tava é fudida!
Po cara, eu ralo pra caramba naquela joça lá, admito que me divirto muito, mas ralo pencas. Se eu não precisasse de dinheiro, eu não ia nem ligar em me esforçar demais para me sobressair lá! Eu hein! Mas deixa... prefiro nem comentar isso agora. ¬¬°

"Ame como se nunca tivesse sido magoado..."


E o medo? Enfio ele no... ?
Na na ni na não, brother! Nem tem como.
Mas digo, a frase é certa!
Se eu conseguisse fazer uma coisa dessas... Ô!
Sei lá... depois de um tempo você cria uma barreira protetora contra aquele tipo de coisa, no caso o amor. Você fica acuteloso sobre o outro ser que está contigo.
Eu, apesar de ser quase uma "puta" (pois me dôo com muita facilidade), tenho muito medo de acabar me magoando de novo e, nisso, acabo me restringindo a muitas coisas.
Aí imagina se eu sigo a frase ali em cima...
Tô afim de alguém que conheço, "acidentalmente" (aham, po) acabamos ficando, aí vou dando mole pra essa situação, afinal, foi legal po, porquê não? A gente vai ficando e tal... ele encontra outra menina e fica com ela, você encontra outro menino e fica com ele, afinal, vocês não têm 'nada'. Mas lá no fundo você sabe que queria ter ficado com ele, né. E ele? Sabe-se lá o que ele quer! Você vai perguntar? NEM EU!
Aí você acaba dando de cara com a parede e ainda vai ter aquela famosa frase: "bem que eu te avisei..." Agora você escolhe se é o capetinha ou o anjinho da tua mente que ta te dizendo isso, né! No meu caso seria o anjinho, porque o capetinha quase sempre vence certop no momento mais errado. ( 66'
Mas deixa isso pra lá... a idéia é ser feliz e gozar colorido, como bem diz o Elias! Hahaha

"Dance como se ninguém estivesse te observando"


OBVIU!
Sempre assim! É o jeito mais legal de se divertir numa festa, brother!
Ninguém ta interessado se você sabe ou não dançar, levante e dance.
Admito que comigo essa frase funciona do 4°, 5° copo pra lá, aí sim caio na dança. Seja sozinha, seja com a minha avó e mais a amiga dela dançando o créu na sala ou com um recente amigo atraz e um amigo dele na frente em plena Riosampa num sábado a noite até o chão. Seja lá qual situação, ninguém ta pouco se lixando se você é formado em dança ou coisa do tipo, as pessoas querem mais é se divertir!

Você fica lá um tempão parado no canto com vergonha de dançar, fica só observando os outros e ruindo e alega que isso já ta te divertindo pela noite inteira e é verdade, mas quando você se junta ao grupo é MUITO mais legal. é FATO!


Caraa.. não existe fórmula certa para se obter dinheiro, amor e felicidade. Mas sempre tem um jeitinho brasileiro de se arrumar isso tudo.

Dinheiro a gente pede emprestado.
Amor não se vende ali na esquina, afinal, dutra não tem uma esquina exata!
Dançar não é bixo de sete cabeças, senão estaria na bíblia escrito que aquela besta encontrada por João com 7 cabeças e 10 chifres seria uma dançarina de primeira linha no quizito 'dança da cabeça'.

Se o problema é com dinheiro, trabalhe! Ou mate se preferir;
Com amor, viva! Ou se vingue se tiver com quem fazê-lo;
Com dança, pague um professor! Ou compre um DVD e treine em casa de bobeira.

Seja lá qual for o seu problema, nada é tão difícil quando parece e não tão fácil quando a explicação do manual ou do Blogger do vizinho. Não! Não se assuste! Muitas coisas assustam muito mais do que isto e, ACREDITE, é verdade! ¬¬'


E agora vou saindo de fininho ao som de "Conga, la conga, AU! conga, conga, conga... "


Beijo, beijo, beijo
TCHAU!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Você é o que você pensa!

"O que obviamente não presta sempre me interessou muito"


Sei lá o porquê!
Mas parece fato. A maioria das coisas e pessoas que passaram por mim que não prestam, sempre me interessaram.
Não sei explicar. Será que é a sensação do perigo, na maioria das vezes? Não sei...

  • Bebidas
  • Bill
  • Peliife

Do resto prefiro não comentar! Mesmo porque esse blogger é de família! (kkk)
E se bem que outra pessoa da lista as vezes lê aqui, né! Então vamos maneirar! Ainda me resta um pouco de imagem e eu tenho que zelar por ela. Afinal, é só o que me resta, pois ATÉ lá no trabalho meu nome já foi pro ralo.

Mídian, a bebedora de Absynto.

"Mas ela virou uma dose e disse que não era grande coisa não! Ficou boazinha!"

Prazer, Mídian, A CACHACEIRA! ¬¬'

Era pra eu sentir orgulho?
Sei lá, mas não ligo não! Como bem disse: Faço mesmo e se eu gostar eu faço de novo!
Naquele dia eu fiz, gostei, logo REPETIREI!
Não só isso... ops!


Mas hein... é isso ae! Hehe ( 66'


Beijo, beijo, beijo
TCHAU!

domingo, 7 de dezembro de 2008

TODA popularidade tem seu preço

É, meu amorrr... vim aqui agora soltar meu veneno sem dó nem piedade!

Você se lembra daquela menina que tem a cara de quieta, mas que se você reparar bem você percebe que no fundo do olhar dela de quietinha ela de quieta nada tem!? Que ela fica parada no canto, mas por dentro está fantasiando sobre o que fazer, onde e com quem!?
Ou até mesmo aquela que zoa com seu grupo de amigos, tem a cara de danada, mas sisma em dizer que não faz essas coisas quando você SABE que faz!
O que a gente diz pra uma pessoa dessas?

"POORRAA Manéeee! Tomar no cúu hein‼"

Táaa certo, tá certo que ninguém tem nada a ver com a vida de ninguém. Ninguém é obrigado a contar nada, MAS MENTIR É FODA!


"Quando não tiver o que falar não fale nada..."


Dormir com três numa cama e não fazer nada é mole, quero fazer fazer e admitir, xuxú!
O que eu faria? Antes teria de levar MUITAS coisas em consideração, como por exemplo:

  1. Protagonistas
  2. Cenário
  3. Testemunhas
  4. Provas
  5. Tempo
  6. Para quê?
  7. Por quê?

NO MÍNIMO!


Mas eu digo e admito, eu quero, EU FAÇO!
E se eu gostar, amor, ainda faço de novo! ( 66'




Obs.: Jamais diga uma mentira que não possa provar. Tá ligado nos dedinhos, né! HUM!!
66 de cú é Rôla!



Beijo, beijo, beijo
TCHAU!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Por que você ama quem você ama?


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo à porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece a razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo. Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais. Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca. Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome. Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não tem a maior vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?
Não pergunte para mim. Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor. É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar (ou quase). Independente emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível. Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém. Com um currículo desse, criatura, por que diabo está sem um amor? Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados. Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível. Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, ta assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito do amor da sua vida!
Ou seja, a gente se fode e continua na mesma.


Convivência

"Eu quero a sorte de um amor tranquilo e com sabor de fruta mordida... "



Eu não! Eu não quero a sorte de um amor tranquilo, não.
Caaaara, as melhores 'convivências' de amor que tenho/tive com alguém's não houveram nenhuma tranquilidade. E não que isto seja uma coisa ruim. Falo na melhor das idéias, mesmo porque a palavra 'idéia' tem muito a ver com isso.
Afinal, são as idéias mais loucas relacionadas a amor, não necessariamente o pico da palavra, que lhe dão maior prazer. A adrenalina, o perigo, o suspense, TUDO joga a seu favor nessa brincadeira. Mas quando não joga a favor, meu amooooooor... SENTA!

Já sobre a fruta mordida, xuxú...

Prazer, CANIBAL' (y)

Mas não se preocupe, não machuro e nem deixo marcas permanentes, somente o tempo suficiente para que sintam a lembrança.
Mas ó, lembre-se de que ninguém NUNCA reclamou! HOHO' ( 66'

Beijo, beijo, beijo
TCHAU!